01/06/2010 - Aniversário da Neydilene

01/06/2010 - Aniversário da Neydilene

terça-feira, 1 de junho de 2010

22:41

Ezequiel

A comparação da parreira e das águias

17 1 O Senhor me disse o seguinte:

2 — Homem mortal, faça para os israelitas uma comparação 3 para que saibam o que eu, o Senhor Deus, estou dizendo. Era uma vez uma águia gigantesca, de asas enormes, bem abertas, toda coberta de lindas penas. Ela voou para os montes Líbanos e quebrou a ponta de um cedro. 4 Ela levou essa ponta para uma terra de negociantes e a deixou numa cidade de vendedores. 5 Aí ela pegou na terra de Israel a muda de uma planta e a plantou numa terra boa, onde sempre havia água para fazê-la crescer. 6 A planta cresceu e se tornou uma parreira baixa, mas esparramada. Os galhos se viraram para o lado da águia, e as raízes cresceram bem fundas. A parreira tinha galhos e estava coberta de folhas.

7 — Havia outra águia gigantesca, de asas enormes e muitas penas. A parreira virou as suas raízes e os seus galhos na direção da águia, esperando que ela lhe desse mais água do que havia no pomar onde estava plantada. 8 Mas a parreira tinha sido plantada em terra boa e bem regada, para que fosse uma ótima planta, coberta de folhas, e que produzisse uvas.

9 — Agora, eu, o Senhor Deus, pergunto: “Será que essa parreira vai crescer? Será que a primeira águia não vai arrancá-la pelas raízes, apanhar as uvas e quebrar os ramos, deixando-os secar? Não será necessária muita força nem uma nação poderosa para arrancá-la. 10 Sim! Ela está plantada, mas será que vai crescer? Será que não vai secar quando o vento leste a castigar? Será que não vai secar no pomar onde está plantada?”

A comparação é explicada

11 E o Senhor me disse:

12 — Pergunte a esses rebeldes se entenderam o que essa comparação quer dizer. Diga-lhes que o rei da Babilônia veio a Jerusalém, pegou o rei e os seus oficiais e os levou para a Babilônia. 13 Ele escolheu um homem da família do rei, fez um tratado com ele e o obrigou a jurar que lhe seria fiel. O rei da Babilônia também levou os homens importantes 14 para evitar que a nação se levantasse outra vez e para ter certeza de que o tratado seria cumprido. 15 Mas o rei de Judá se revoltou e enviou mensageiros ao Egito para conseguirem cavalos e um exército numeroso. Será que isso vai dar certo? E quem faz uma coisa dessas, será que vai escapar? Será que pode quebrar o tratado e escapar do castigo?

16 — Juro pela minha vida — diz o Senhor Deus — que esse rei morrerá na Babilônia, pois quebrou o juramento e o tratado que havia feito com o rei da Babilônia, que o pôs no trono. 17 Nem o poderoso exército do rei do Egito seria capaz de ajudá-lo na guerra, quando os babilônios construírem rampas e torres de ataque a fim de matar muita gente. 18 Ele quebrou o juramento e o tratado que havia feito. E, porque fez todas essas coisas, não escapará.

19 O Senhor Deus diz:

— Juro pela minha vida que eu castigarei o rei por ter quebrado o tratado que pelo meu nome ele jurou guardar. 20 Estenderei uma rede de caçador e o pegarei nela. Eu o levarei à Babilônia e o castigarei ali, pois ele foi infiel a mim. 21 Os seus melhores soldados serão mortos em batalha, e os que ficarem vivos serão espalhados em todas as direções. Aí vocês ficarão sabendo que eu, o Senhor, falei.

Uma promessa de esperança

22 O Senhor Deus diz isto:

“Tirarei a ponta de um cedro alto;

cortarei um broto novo

e o plantarei num monte elevado,

23 no monte mais alto de Israel.

Ele soltará galhos,

produzirá sementes

e se tornará um cedro muito lindo.

Pássaros de todo tipo viverão ali

e acharão abrigo na sua sombra.

24 Todas as árvores dos campos ficarão sabendo

que eu sou o Senhor.

Eu derrubo as árvores altas

e faço as árvores pequenas crescerem.

Eu seco as árvores verdes

e faço com que as árvores secas fiquem verdes de novo.

— Eu, o Senhor, falei; eu cumprirei o que prometi.”


A comparação da parreira e das águias 17.1-10

Esta comparação fala sobre a situação política daquele tempo. O rei Joaquim havia sido levado para a Babilônia, e quem estava governando em Jerusalém, em nome dos babilônios, era Zedequias. Só que Zedequias estava fazendo planos secretos para se livrar dos babilônios com a ajuda dos egípcios. Falando em nome de Deus, Ezequiel condena esse plano.

2 17.2 Homem mortal Ver Ez 2.1, n.

3 17.3 uma águia gigantesca Nabucodonosor, rei da Babilônia (v. 12). os montes Líbanos O país de Israel. a ponta de um cedro O rei Joaquim, de Judá.

4 17.4 terra de negociantes O país da Babilônia (Ez 16.29). cidade de vendedores A cidade de Babilônia.

5 17.5 a muda de uma planta Zedequias, tio do rei Joaquim (2Rs 24.17). terra boa Jerusalém.

6 17.6 se tornou uma parreira baixa Zedequias teve algum poder, mas só o poder que os babilônios permitiam que tivesse.

7 17.7 outra águia gigantesca O rei do Egito (v. 15). virou... na direção da águia Na luta contra a Babilônia, Zedequias procurou a ajuda do Egito.

10 17.10 o vento leste O rei da Babilônia.

A comparação é explicada 17.11-21

A comparação de Ez 17.3-8 é explicada em seus detalhes (2Rs 24.15-20; 2Cr 36.10-13). Ezequiel não defende os babilônios; apenas insiste no cumprimento do juramento de fidelidade feito em nome de Deus (vs. 13,18). Quebrar esse juramento era o mesmo que ser infiel a Deus (v. 20).

12 17.12 o rei da Babilônia Nabucodonosor. o rei Joaquim, rei de Judá.

13 17.13 um homem da família do rei Zedequias, tio de Joaquim, que ficou no lugar deste como rei de Judá (2Rs 24.17).

15 17.15 o rei de Judá Zedequias.

16 17.16 Juro pela minha vida Ver Ez 5.11, n. esse rei morrerá na Babilônia 2Rs 25.27-30.

17 17.17 rei do Egito Psamético II, que reinou 593-588 a.C.

Uma promessa de esperança 17.22-24

Esta promessa de esperança, na forma de uma comparação, anuncia um novo começo, ou seja, a vinda do futuro descendente do rei Davi (37.24). Essa comparação, ao contrário da anterior (17.3-8), não é explicada.

22 17.22 a ponta de um cedro alto Um descendente do rei Davi. O rei da Babilônia havia quebrado a ponta de um cedro (v. 3), isto é, havia interrompido a linhagem dos descendentes de Davi. Deus promete inverter essa situação, tirando a ponta de um cedro alto, cortando um broto novo, que se tornaria um cedro muito lindo (v. 23). Trata-se de uma promessa messiânica.

23 17.23 monte mais alto de Israel O monte Sião, de Jerusalém (Ez 20.40). Pássaros... acharão abrigo na sua sombra Jesus usa essa figura de linguagem na parábola da semente de mostarda (Mt 13.32).

24 17.24 derrubo as árvores altas e faço as árvores pequenas crescerem 1Sm 2.7-8; Lc 1.52.

 

Colado de <file:///C:\Users\windows%207\Desktop\Utilitários\BÍBLIA%20DE%20ESTUDO%20NOVA%20TRADUÇÃO%20NA%20LINGUAGEM%20DE%20HOJE.doc>

 

 

"— Eu, o Senhor, falei; eu cumprirei o que prometi.”

 

Meu Pai,

 

Em especial quero agradecer ao Senhor por mais um dia de vida. Muito obrigado pela minha família, obrigado por tudo o que tem feito a nós. Deus, suplico que esteja nos livrando das investidas do maligno, dando-nos força para suportarmos o mal, que busquemos no Senhor. Pai, peço pela Neydilene, que ela busque as coisas excelentes, aquilo que só o Senhor pode dar. Deus, seja conosco, suplico, no nome de Jesus, amém

 

 

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